sexta-feira, 1 de março de 2013

Copel irá disputar UHE Sinop

Empresa espera se beneficiar do conhecimento na região, adquirido com a UHE Colíder (300MW)

Por Natália Bezutti


Mobilizações e consequentes paralisações de ordem política e social nos canteiros de obras das usinas hidrelétricas em construção no país, já não são motivo de surpresa para os investidores, e nem de perda de interesse nos empreendimentos. 

Prova disso é dada pela Copel, que apesar da atual vivência no episódio da UHE Colíder (300MW), pretende aproveitar o conhecimento na região e entrar na disputa pela concessão da hidrelétrica de Sinop, no Estado do Mato Grosso, no leilão A-5, previsto para ainda no primeiro semestre deste ano.


O projeto da UHE Sinop fica à montante do rio Teles Pires, enquanto a usina Colíder está sendo instalada à jusante. Com isso, a Copel espera poder utilizar a sinergia existente entre os empreendimentos. 

“Vamos entrar, estudar e participar, no intuito de vencer o leilão. É uma obra que fica à montante e tem uma sinergia local, com certeza. 

Como já estamos na região, isso pode contribuir para fazermos um trabalho e estudo otimizado, com chances boas de ter sucesso”, comentou o superintendente de expansão, engenharia e construção da geração da Copel, Marcos Aurélio Cassias Pereira.

A usina planejada terá uma potência instalada de 400MW. Sua garantia física é de aproximadamente 230MW médios, dos quais, cerca de 20MW médios são benefícios indiretos estimados nas usinas localizadas à jusante, e advindos da regularização proporcionada pelo reservatório.

Habilitada para o leilão A-5 em 14 de dezembro de 2012, as expectativas eram de que a hidrelétrica rendesse uma disputa acirrada, lance a lance, dado o tamanho do projeto. 

No entanto, apesar de ter empresas interessadas, o empreendimento não foi arrematado


.

BNDES financia diagnóstico de eficiência energética

Linha de crédito de R$30 mil será disponibilizada para as empresas certificadas pelo Qualiesco 
Clipping/Abesco













Depois de quase três anos, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) conseguiu a aprovação do cartão BNDES para diagnóstico de eficiência energética, elaborado pelas Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Escos). 

Inicialmente, o convênio com o banco viabiliza financiamentos de até R$30 mil exclusivamente para diagnóstico, mas a ideia é que no futuro mais serviços fornecidos pelas Escos também entrem no pacote. 

“A Abesco dá mais um passo rumo à consolidação de melhores condições para as Escos, no desenvolvimento do mercado de Eficiência Energética”, afirma José Starosta.


Para ter acesso ao financiamento, as empresas interessadas têm de possuir:

certificação pelo programa de qualificação deEscos (Qualiesco); 
ter pelo menos dois anos de existência; 

contar com website no qual conste portfólio de serviços prestados a no mínimo três clientes empresariais; 

e ser classificado com o código CNAE de atividade de serviços de engenharia.

O cartão BNDES deve alavancar os serviços de diagnóstico por minimizar o risco do investimento de cada Esco, pois as empresas passam a contar com a garantia do Banco para esse tipo de serviço que serve como porta de entrada para a viabilização de projetos de eficiência energética nas empresas.

O financiamento, exclusivo para micro, pequenas e médias empresas, pode ser acessado já a partir deste mês, conforme anúncio oficial do Banco. 

Conheça mais sobre o produto no portal do BNDES: www.cartaobndes.gov.br.

Al Gore e Gisele Bundchen dão apoio à iniciativa de Energia Sustentável da ONU

Edgard Júnior, da Rádio ONU




O ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, e a supermodelo Gisele Bundchen decidiram prestar apoio público à iniciativa da ONU, “Energia Sustentável para Todos”.

O projeto, lançado pelo Secretário-Geral, Ban Ki-moon, tem três objetivos para melhorar o setor energético até 2030.

Alternativas

O primeiro é fornecer acesso universal aos modernos serviços de energia. O programa visa ainda não só dobrar a eficiência energética mas também dobrar a fatia do uso de energia renovável no mundo inteiro.

O vídeo de serviço público, que conta também com a presença do diretor-geral da organização da ONU para o Desenvolvimento Industrial, Unido, Kandeh Yumkella, pode ser visto pela internet e na TV CNN Internacional.

Na mensagem, Gore e Bundchen, que também é Embaixadora da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, alertam que o Estado de Nova York, sozinho, gasta mais eletricidade do que toda a África Subsaariana.

Planeta

Eles dizem ainda que quase 1,5 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à eletricidade e que aproximadamente 3 bilhões inalam gases tóxicos quando cozinham. Especialistas dizem que esses gases podem ser fatais.

No vídeo, o grupo enfatiza que a energia pode transformar economias, vidas, continentes e até mesmo o planeta. Segundo eles, a energia pode impulsionar o desenvolvimento, o avanço das mulheres, o progresso e o crescimento.

Década

A Assembleia Geral da ONU declarou o período de 2014-2024 como a “Década para a Energia Sustentável para Todos”.

Na Conferência Rio +20, realizada ano passado, a Iniciativa recebeu promessa de US$ 50 bilhões para avançar com seus objetivos.

(Rádio ONU)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Eficiência energética

VICE-PRESIDENTE DE RECURSOS HUMANOS DA SCHNEIDER ELECTRIC - 
O Estado de S.Paulo

Falar em eficiência energética pode parecer um tema muito complexo e distante da nossa realidade. No entanto, essa questão está muito próxima do cotidiano do brasileiro. 

O potencial hidrelétrico do nosso País está entre os maiores do mundo, mas a distribuição não é uniforme. Concentrado basicamente na Região Norte, esse potencial está distante dos principais centros consumidores. E, ainda hoje, há lugares no Brasil onde a população tem acesso à energia elétrica somente por algumas horas.


Com tantos recursos, o País apresenta grande potencial na geração de projetos voltados para a eficiência energética. E isso ficou mais do que comprovado quando os estudantes Igor Soares, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), e Marcellye Miranda, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criaram um projeto que integra sete sistemas e permite a economia não só de energia, mas também de água. 

A dupla venceu a edição de 2012 do "Go Green in the City", promovido pela Schneider Eletric, cruzou o Atlântico e teve o projeto reconhecido e admirado globalmente.

Ciente do interesse da nova geração por sustentabilidade e interessada em engajar e atrair cada vez mais esse público, a companhia lançou, há três anos, esse desafio para estudantes universitários de todo o mundo: o desenvolvimento de projetos inteligentes para gerenciamento de energia como parte das soluções verdes que o planeta necessita.

A proposta está em linha com a missão da companhia de ajudar as pessoas a fazer mais com menos, com a nossa luta diária para desenvolver soluções inovadoras e competitivas em eficiência energética e com o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável.

Diante de um mercado cada vez mais desafiador e de um mundo que se transforma em uma velocidade nunca antes vista, o talento da dupla mineira também rendeu, antes mesmo de deixar a faculdade, uma proposta de trabalho na Schneider Electric e a oportunidade para conhecer unidades da empresa em dois outros países. 

Igor e Marcellye foram escolhidos porque demonstraram competências e valores que a empresa valoriza, como criatividade, objetividade e, acima de tudo, paixão.

O "Go Green in The City" reflete a cultura Schneider Electric. Diversidade, por exemplo, é um tema muito valorizado pela empresa - seja ela de gênero, cultura, experiência ou competência. 

Por isso, decidiu que a equipe de trabalho do programa deveria ser composta por um homem e uma mulher, ambos cursando do segundo ao último ano de cursos de graduação, mestrado ou MBA ligados a negócios ou engenharia. 

São 200 vagas para candidatos do Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, México, Polônia, Rússia, Turquia e Estados Unidos. Simultaneamente, o leste asiático também realiza uma versão do desafio.

Na primeira etapa, os participantes devem enviar ideias que permitam rápido retorno sobre investimentos a partir da economia de energia, além de redução das emissões de carbono e, consequentemente, dos custos operacionais. 

Os projetos devem ser apresentados em inglês e em vídeo, PDF ou PowerPoint. Devem ser acompanhados pelo currículo dos membros e uma carta de apresentação. Nesta fase, a área de recursos humanos da Schneider de cada país avalia as inscrições, o que já nos permite identificar talentos que podem vir a integrar o quadro de colaboradores da empresa.

Para a segunda fase, exportamos para o "Go Green In The City" nosso programa de mentoring e colocamos a experiência dos nossos profissionais para auxiliar as 100 duplas selecionadas na criação da análise de um case de negócios, baseado em seu projeto inicial.

Na terceira e última fase, programada para junho, as 25 equipes finalistas, sendo 24 do "Go Green in the City" e uma do desafio aplicado no leste da Ásia, são premiadas com uma viagem a Paris (França) para apresentar os projetos a um júri de executivos da empresa.

A equipe vencedora, assim como os mineiros Igor e Marcellye, ganha oportunidade de estágio e uma viagem para conhecer outras duas subsidiárias da Schneider Electric. Entram, portanto, no competitivo mercado de trabalho com uma bagagem já marcada por inovação em sustentabilidade e uma vivência internacional.

As inscrições para o "Go Green In The City 2013" vão até 3 de março no 

Projeto de eficiência energética abrangerá indústrias cerâmicas de todo o Nordeste

Após beneficiar mais de cem indústrias cerâmicas da região do Seridó – nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba – o projeto Eficiência Energética em Cerâmicas de Pequeno Porte na América Latina para Mitigar a Mudança Climática (Eela) iniciará sua segunda etapa em maio, expandindo sua ação no Brasil a todos os estados da região Nordeste. 


Marcando o início da nova etapa, o Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI) participará, de 26 de fevereiro a 1º de março, em Lima, no Peru, do workshop de planejamento da 2ª fase do Projeto, financiado pela Agência de Cooperação da Suíça (Cosude). 

Estarão presentes no encontro os tecnologistas Maurício Henriques e Joaquim Augusto Rodrigues, do INT, e representantes dos outros seis países que integram o Projeto Eela: México, Colômbia, Equador, Bolívia, Peru e Argentina, além da própria Cosude e da organização não-governamental Swisscontact, que coordena a iniciativa.

Nesta 2ª fase, o objetivo central do Projeto permanece, ou seja, ajudar as empresas a implementarem tecnologias de maior eficiência energética para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa. 

A grande mudança acontece na estratégia, que nesta nova etapa visa garantir a sustentabilidade das ações do Projeto Eela e promover um aumento de escala. 

Além da expansão a outros estados nordestinos, o projeto desenvolverá ações em toda a cadeia produtiva das cerâmicas, envolvendo seus diversos agentes, compreendendo: organizações de defesa do meio ambiente, provedores de serviços e de tecnologia, órgãos de financiamento, oferta de biomassa, dentre outros. 

No Brasil, o trabalho terá um suporte mais efetivo de vários parceiros, como o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Nordeste (Sebrae-NE); Banco do Nordeste; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal; Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; órgãos de meio ambiente dos estados e dos sindicatos de empresas cerâmicas em cada estado nordestino.

Fase concluída

Em sua primeira fase o trabalho do Eela otimizou o uso da energia nas cerâmicas do Seridó, bem como reduziu as emissões de carbono e diminuiu o impacto ambiental da atividade na região, desenvolvendo um modelo para ser replicado por outros núcleos produtores da América Latina. 

No Brasil, coordenada pelo INT, a iniciativa contou com a parceria com o Sebrae Nacional, Sebrae/RN, Sebrae/PB, com o Centro de Produção Industrial Sustentável (Cepis), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB/MMA) e a Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer).

Os estudos comparativos indicaram a substituição de fornos, favorecendo o melhor aproveitamento da energia e a redução das emissões; indicou formas de arranjar as peças cerâmicas no interior dos fornos para aprimorar a produção de peças de primeira qualidade; e apontou soluções de emprego de ar de combustão forçado e de recuperação de calor em fornos caipira, medidas que promovem uma economia de energia.

Objetivando levar políticas públicas, tecnologias e sistemas de gestão e de qualidade a essas e outras indústrias cerâmicas com características semelhantes, o projeto aborda também a questão ambiental. 
Além de buscar conter as emissões atmosféricas, o trabalho indica também mecanismos para racionalizar o uso e a extração de argila a ainda modelos para ampliar a oferta de biomassa renovável, evitando o desmatamento e a degradação do solo.

O projeto Eela vem disseminando ainda, entre produtores locais, um modelo para ampliar o comércio de créditos de carbono decorrentes das medidas de otimização do uso da energia e dos recursos naturais. 

O trabalho envolveu também o levantamento de indicadores sociais, observando as relações de trabalho e indicando a correção das distorções encontradas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Programas de eficiência energética são prioridades na Meliá Hotels International




Segundo a ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e Aquecimento, um hotel médio de 300 quartos gasta um valor estimado em US$ 1,2 milhão por ano em energia, considerando todas as utilidades, como: energia, gás, diesel e água, sendo a climatização – responsável por 35% dos custos energéticos totais, seguido dos custos de abastecimento de água e, em menor escala, os custos de gás para o aquecimento de água.

Ciente disso, a Divisão Brasil da Rede Meliá Hotels International tem implantado ao longo dos últimos seis anos, projetos de eficiência energética para garantir a continuidade dos conceitos de sustentabilidade já praticados nos empreendimentos da rede Meliá no Brasil. 

Os projetos consideram a significativa redução dos Consumos e Custos Energéticos com a implantação de sistemas e equipamentos advindos de empresas ambientalmente responsáveis e que possuem, em sua maioria, a Certificação de Sustentabilidade.

Alguns dos projetos já implantados pela rede no Brasil são: 

Bombas de Calor Elétricas, 
Bombas de Calor a Gás com Geração de Água Gelada, 
Up-Grade das Bombas de Calor, 
Sistemas de Aquecimento de Água por Passagem sem termo acumulação, Redutores de Vazão de Água, 
Negociações Tarifárias junto às Concessionárias de Água, 
Gerenciadores de Energia com Controle de Demanda, 
Automação da CAG (central de água gelada), 
Geração em Ponta, 
Negociações tarifárias junto às Concessionárias de Energia, 
Banco de Capacitores, 
Sistema de Iluminação LED, 
Películas Térmicas para Janelas de UH’S e 
Sistemas de última geração p/ Aquecimento de Água para Banho e Piscina. 

Em estudos para implantação imediata e conforme localização regional dos Empreendimentos, 
ainda há os Sistemas para Geração de Energia Eólica, 
Energia Foto Voltaica, 
Reuso e Tratamento de Água de Chuva e de Efluentes, 
bem como Sistemas de Aquecimento Solar.

As reduções das despesas com água, gás e energia elétrica tiveram uma economia em todos os Hotéis da Rede na ordem de R$ 3.849.040,00 em 2012 em comparação ao mesmo período de 2006, período em que foram gradativamente implantados os sistemas.

O programa de sustentabilidade da Meliá no Brasil também conta com grandes parcerias junto a empresas fabricantes e instaladoras de reconhecimento pela alta tecnologia e ambientalmente sustentáveis e com boas negociações junto às Concessionárias, como SABESP, Eletropaulo, CPFL e Ampla.

Sobre a Meliá Hotels International

Fundada em 1956 em Palma de Mallorca (Espanha), a Meliá Hotels International é uma das maiores companhias hoteleiras do mundo, além de líder absoluta do mercado espanhol. Atualmente dispõe de mais de 350 hotéis e 87.000 apartamentos distribuídos em 35 países de 4 continentes, comercializados sob as marcas: Gran Meliá, Meliá, ME, Innside, Tryp by Wyndham, Sol e Paradisus. O Club Meliá, único clube de férias entre as hoteleiras espanholas, complementa a oferta de produtos e serviços da Companhia.

Sobre a Meliá Hotels International no Brasil

A Meliá Hotels International está no Brasil desde 1992 e mantém escritório corporativo em São Paulo. Atualmente administra diversos empreendimentos localizados nas cidades de São Paulo, Angra dos Reis, Brasília e Campinas sob as marcas Meliá Hotels & Resorts e TRYP by Wyndham. A Meliá Hotels International Brasil vem atuando principalmente no segmento de hotéis “business” e também administra o Meliá Angra Marina & Convention, no segmento “resort”. A companhia tem ainda em seus planos a abertura de novos empreendimentos de lazer no Nordeste, além de novos projetos em outras capitais brasileiras.

Para mais informações: www.melia.com

Omnipress Comunicação Empresarial – (11) 3976-0225 / 99781-2402 elianazani@omnipress.com.br – Contatos com Eliana Zani.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Desperdício de energia

Brasil - Revista Exame aborda desconto na conta de luz e a questão da eficiência energética em indústrias brasileiras




Brasil - A edição da Revista Exame desta quinzena trouxe em suas páginas uma reportagem sobre a redução na conta de luz, que poderá ficar de 18% a 32% para os brasileiros, anunciada pela presidente Dilma. 

Segundo o texto, “a medida é bem-vinda, sem dúvida, mas ainda insuficiente para equiparar a tarifa brasileira aos padrões internacionais.


Ainda segundo a publicação, “as indústrias passaram a fabricar bens de consumo que gastam menos energia, mas elas próprias costumam enxergar o investimento em eficiência energética como um custo, e não como algo capaz de gerar resultados".

Em um gráfico, a Revista Exame elenca três setores que mais consomem energia, destacando que as indústrias de cimento estão entre as mais eficientes , com gasto de energia em tonelada equivalente de petróleo para obter 1 tonelada do produto.

A matéria conclui que “a redução de tarifa de energia elétrica ajudará as indústrias brasileiras a diminuir seu custo de produção, mas não é suficiente para torná-las competitivas nessa área. 

Para avançar mais, as empresas precisam investir em eficiência energética”.


Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra