sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Etiquetagem indica os 50 carros com alta eficiência energética

Joel Leite

– Programa de etiquetagem ajuda o consumidor a escolher o modelo mais eficiente na hora da compra


“O brasileiro só compra preço quando não vê diferença entre os produtos”. 

A frase é de Marcos Borges, diretor do Programa de Etiquetagem do Inmetro, argumentando que a informação ao consumidor sobre o consumo energético dos carros é relevante para a decisão de compra, que o programa é estratégico para o País e pode ser fator de decisão de compra. 

Cinquenta versões já receberam a classificação “A”, que indica alta eficiência energética.

Algumas das versões dos seguintes carros estão entre as mais eficientes: Mille, CitroënC3, Siena, Fit, Peugeot 207, Sandero, Etios, Gol, Pólo, Logan, Voyage, Fusion Hybrid, Civic, Fluence, Corolla, Ecosport Titanium, Duster, Kangoo e Saveiro.

Por outro lado, versões do Polo, Soul, Camry, Ecosport, Sorento e Ranger estão entre as menos eficientes: receberam a notas “E”, a pior do programa de etiquetagem.

Atenção: um mesmo carro, com versões diferentes, poderá figurar na categoria A e na categoria E, dependendo da eficiência energética da versão.

A análise do comportamento do consumidor em relação a produtos que já trabalham com a etiquetagem mostrou que, na hora da compra, sete em cada dez consumidores olham primeiramente a etiqueta do Inmetro, que indica o consumo de energia, para só posteriormente saber o preço.

SegundoMarcos Borges, a etiqueta levou os fabricantes da linha branca e outros aparelhos a investir no aperfeiçoamento dos produtos de forma a torná-los mais eficientes e o mesmo deve acontecer com o setor automobilístico.

Hoje, uma geladeira pode dar uma economia anual equivalente a R$ 56,00 de energia elétrica, um aparelho de ar-condicionado R$ 760,00.

“Graças à etiquetagem uma geladeira hoje é 70% mais eficiente”, disse o executivo.

A indústria automobilística vem aderindo ao programa, embora ainda haja resistências. Em 2009 apenas cinco montadoras participavam do programa, com 54 modelos; em 2013 o número de montadoras vai chegar a 13, com um total de 200 modelos.

A tabela da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro fornece ao consumidor informações quanto ao gasto energético do carro como uma fonte de auxílio na escolha do melhor modelo na hora da compra, em termos de consumo elétrico e/ou eficiência energética.

A etiquetagem segue o critério de avaliação de A a E, sendo A o menor consumo energético e E o maior.


Cidadão pode opinar sobre programa de eficiência energética

Por Redação Pantanal News/Governo Federal
Manual prevê mudanças para ampliar o número de projetos com contratos de desempenho


O cidadão brasileiro pode participar da revisão do Manual do Programa de Eficiência Energética (PEE), que passa por audiência pública por meio do sítio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

A regulação em vigor, que deve ser alterada, é a Resolução Normativa 300/2008, que tem sido criticada por causa da concentração dos recursos em unidades de baixo consumo e pequena eficácia das ações em relação à mudança de hábitos e de transformação do mercado. 

A minuta do novo manual prevê mudanças (veja quadro) para ampliar o número de projetos com contratos de desempenho, o que é obrigatório para unidades consumidoras com fins lucrativos, e possibilidade de inclusão de projetos de geração de energia elétrica a partir de fontes incentivadas no PEE.

Além da audiência pública 073/2012 pela internet, também será realizada uma sessão presencial em Brasília no dia 26 de outubro para discutir o assunto.

Fontes - Poderão ser realizados investimentos em geração de energia a partir de fontes de menor impacto ambiental que recebem incentivo financeiro do PEE, desde que as ações de eficiência energética sejam economicamente viáveis. 

As fontes de geração de eletricidade devem ser renováveis, como energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada.

A proposta prevê a realização de chamada pública de projetos. O mínimo de recursos a aplicar em chamadas será definido com base no mercado anual de cada distribuidora e a apresentação de projetos de eficiência energética, que poderá ser por empresas de serviços de conservação de energia, fabricantes, comerciantes e consumidores. 

Os projetos qualificados deverão ser selecionados por um sistema de qualidade e preço. Caso não haja ofertas qualificadas, a distribuidora deverá elaborar projetos diretamente com os consumidores.

Programa - O PEE, entre 1998 e 2012, somou R$ 4,60 bilhões em investimentos, que resultaram em 8,50 terawatts anuais (TWh/ano) em energia economizada. Isso significou uma redução da demanda de 2,50 gigawatts (GW). 

O Plano Nacional de Energia 2030 prevê uma meta de redução de 10% do consumo de energia elétrica em 2030 com ações de eficiência energética, que levaria o total para 106.623 GWh.

De acordo com a Lei 9.991, de 24 de julho de 2000, as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica são obrigadas a aplicar, anualmente, percentual mínimo da receita operacional líquida em programas de eficiência energética.

Como participar

As contribuições podem ser enviadas até 1º de novembro para o e-mail: ap073_2012@aneel.gov.br, pelo fax (61) 2192-8839 ou para o endereço da Agência (SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70.830-030), em Brasília (DF). 

Confira os documentos da audiência aqui.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Eficiência Energética - Medidas simples, economia certa

Brasil - A Eletrobras Procel, através do Subprograma Procel GEM, incentiva prefeituras e governos estaduais a colocar em prática atitudes para o uso eficiente de energia elétrica. Conta de luz pode ser reduzida em até 30%



Reduzir o consumo de energia elétrica sempre foi o objetivo de vários municípios brasileiros. 

Além de economizar o dinheiro público, que poderá ser investido em outros setores da administração, a medida também ajuda o meio ambiente, além de ser sustentável. 

Porém, a falta de conhecimento técnico e recursos financeiros para colocar essas atividades em prática transformaram-se em uma grande barreira para a difusão do conceito de eficiência energética no país. 

Visando auxiliar as cidades brasileiras a utilizarem de forma eficiente a energia elétrica, a Eletrobras Procel, criou, em 1996, o Procel GEM – Gestão Energética Municipal. 


O subprograma do Procel tem como objetivo colaborar com as prefeituras e governos estaduais na gestão e no uso eficiente da energia, eliminando desperdícios e identificando oportunidades de redução do valor da conta de luz. O GEM possui uma vasta área de atuação, que compreende iluminação pública, prédios públicos, como escolas, hospitais, postos de saúde e sedes de governo, o setor de saneamento e a área educacional. 

O arquiteto Davi Miranda, da Divisão de Eficiência Energética no Setor Público da Eletrobras, explica que medidas simples e muitas vezes de baixo custo podem resultar para o administrador público em grande economia na conta de luz ao final do mês. 

“Há diversas formas de implementar a GEM e reduzir o consumo de energia. Costumamos separar essas formas entre ações de baixo custo ou custo zero e ações que precisam de investimento. No primeiro caso, são, principalmente, ações administrativas e educativas, como adequação contratual, horários de funcionamento das unidades, apagamento de luzes que não estão sendo utilizadas, entre outras. 

Já as ações que precisam de investimento englobam substituição de equipamentos ineficientes por outros que consomem menos energia”, destaca Davi Miranda, que também lembra que a Eletrobras Procel financia com recursos próprios ações de eficiência energética no setor público, assim como a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), por meio do PEE (Programa de Eficiência Energética da ANEEL). 

Por meio desses investimentos, as prefeituras podem ampliar as medidas de eficiência energética em suas cidades. 

Além de contar com apoio de órgãos públicos, parcerias com as companhias distribuidoras podem ser uma nova fonte de receita para a implementação de procedimentos que vão contribuir para uma maior eficiência na utilização da energia elétrica. 

Com o dinheiro na mão e o projeto pronto, uma equipe do Procel GEM entra em ação, indo até o município e fornecendo a capacitação e treinamento para que as medidas sejam implementadas. 

Davi ressalta que o treinamento é uma fase muito importante do Procel GEM, já que esta fase capacita as prefeituras para que tenham sua própria equipe, espalhando e dando continuidade aos ensinamentos do programa. 

“O treinamento é parte de quase todos os nossos projetos, pois entendemos que é importante que a prefeitura tenha sua própria equipe capacitada e apta a dar continuidade ao trabalho que iniciamos. 

De nada adiantaria fazermos uma grande ação e a prefeitura não saber o que fazer posteriormente. Assim, temos treinamentos específicos para cada perfil de prefeitura e cada forma de trabalho que desenvolvemos, sempre considerando suas necessidades”. 

Vencedora, em 2011, do Prêmio Procel Cidade Eficiente em Energia Elétrica, Mogi das Cruzes, município da Grande São Paulo, viu no Procel GEM uma ajuda fundamental para reduzir o consumo de energia elétrica no sistema de iluminação pública da cidade. 

O município, de quase 400 mil habitantes, iniciou no final de 2009 o Programa Ilumina Mogi. Em dois anos, o projeto substituiu 10.204 luminárias de vapor de sódio por lâmpadas mais eficientes. Além disso, também houve a substituição de semáforos antigos, a sua maioria ainda da década de 1970, por um sistema com a tecnologia LED. 

“O grande legado do Procel GEM é o exemplo que os 500 municípios que aderiram ao programa representam para os demais. Muitos outros criaram sistemas próprios de eficiência energética espelhando-se nas cidades vizinhas”, diz Davi do Procel GEM.

A prefeitura investiu R$ 4,5 milhões na modernização do sistema de iluminação pública da cidade. A totalidade dos recursos veio por meio de convênios com a Eletrobras, ANEEL e da distribuidora EDP Bandeirante. 

Segundo o secretário de obras de Mogi das Cruzes, Walter Zago, a economia com a substituição das lâmpadas antigas por modelos mais eficientes foi imediata e praticamente todo o valor investido já foi recuperado. 

“Desde 2010, quando o projeto foi implementado na cidade, a economia na conta de energia elétrica gira em torno de R$ 900 mil por ano. A queda no consumo foi imediata. Em dois anos economizamos perto de R$ 2 milhões. Com a manutenção do projeto, a expectativa é de que esse valor se mantenha”. 

Zago também explica que o sucesso do Ilumina Mogi incentivou a prefeitura a criar novos projetos para aumentar a eficiência energética em outros setores da administração pública. As obras feitas pela prefeitura visam ter o menor consumo de energia possível. 

As novas construções já são erguidas com objetivo de buscar o uso eficiente de energia. 

O secretário também destaca uma iniciativa local, que leva até as escolas públicas do município palestras com dicas sobre o uso eficiente de energia elétrica. 

“Numa parceria entre as secretarias de Educação e Obras, desde 2009, levamos às escolas da cidade informações sobre o uso eficiente de energia e uma campanha de conscientização para evitar desperdícios. 

Com recursos da própria prefeitura, criamos até um campeonato entre as escolas para saber qual delas conseguiria atingir o maior percentual de economia”, revela Zago, que acrescenta que desde a implementação do projeto houve uma redução considerável no valor da conta de luz das escolas do município. 

A cidade mineira de São Lourenço se baseou em um projeto simples para conseguir uma grande economia na conta de luz. Batizado de EducAÇÃO Ambiental, o programa prevê medidas como troca de lâmpadas incandescentes por fluorescentes em todas as repartições públicas. 

Para aumentar a eficiência no uso da energia elétrica, desde maio deste ano a prefeitura criou a UGEM (Unidade de Gestão Energética Municipal de São Lourenço). Em parceria com a Cemig, a prefeitura irá ampliar os projetos de eficiência energética na cidade, não só nos prédios públicos, como também na área de iluminação pública. 

Para Davi Miranda, o grande legado do Procel GEM é o exemplo que as medidas representam para os demais municípios. Apesar de menos de 500 municípios terem aderido formalmente ao programa, muitos outros criaram sistemas próprios de eficiência energética se espelhando nas cidades vizinhas. 

“Mais importante que a quantidade é a representatividade dos municípios, que servem como exemplo para a região em que estão situados. 

Muitas outras prefeituras, com base nesses exemplos, trabalham por conta própria ou em parceria com suas concessionárias, o que significa que o número de prefeituras com a preocupação da GEM é muito maior do que somente os nossos atendimentos”, concluiu o representante da Divisão de Eficiência Energética no Setor Público da Eletrobras.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Audi quer aumentar eficiência energética

Audi quer aumentar eficiência energética

Marca estuda meios de poupar energia nos seus modelos híbridos

do AutoMotor/Portugal
com exclusividade no Brasil para MotorDream

O sistema start/stop já é comum em praticamente todas as marcas automóveis. 

Mas a Audi pretende inovar e trabalha numa nova forma de utilização do mecanismo em seus carros híbridos. 


Com um motor de arranque modificado, a marca quer que os modelos possam ser desligados enquanto rodam sem provocar mudanças de marcha. 


Por enquanto, o sistema chama-se “coasting”.

Este novo formato está em testes num protótipo apelidado Intelligent Hybrid Vehicle - iHEV -, que se baseia num Audi A7 e utiliza um sistema elétrico de 48 v, alimentado por uma bateria de íons de lítio alojada no porta-malas. 



O iHEV trabalhará em conjunto com um outro sistema, o Predictive Efficiency Assistant, que utiliza informação do sistema de navegação, incluindo a inclinação da estrada e o limite de velocidade permitido no local, para determinar quando alertar o condutor para tirar o pé do acelerador, de modo que o sistema desligue o motor, voltando novamente a avisar quando for altura de voltar a acelerar.

A marca alemã pretende ainda integrar este sistema com o cruise-control ativo, permitindo que o automóvel ganhe "vida própria" nas estradas, uma vez que o sistema elétrico controla também os freios para gerir a velocidade.


 O sistema iHEV, que pode rodar durante cerca de um quilómetro com o motor desligado, deverá reduzir, de acordo com os dados da Audi, cerca de 10% dos consumos e as emissões de gases poluentes.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Saiba o que muda com o novo regulamento para lâmpadas a vapor de sódio de alta pressão

Desde que foi inventada, a lâmpada a vapor de sódio de alta pressão tem sido aprimorada para suprir as necessidades de um ambiente público que necessite de muita iluminação. 

Se no começo seu benefício era só a luz, hoje, suas principais características proporcionam ao consumidor mínima poluição luminosa, baixa agressão à biodiversidade e menor gasto energético, quando comparada com outras tecnologias também utilizadas em áreas públicas.



Com base nisso e, considerando a sua importância luminotécnica, entra em vigor o novo regulamento do Instituto Nacional de Metrologia,Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que define níveis mínimos de eficiência energética (lm/W) e vida útil para a lâmpada, além de regulamentar potência e outros parâmetros elétricos com informações nas embalagens.

O objetivo da regulamentação é padronizar e estabelecer critério quanto à qualidade, somado ao zelo pela eficiência, desempenho e segurança dos produtos. 

Para tanto, todas as lâmpadas devem seguir o sistema de avaliação da conformidade através do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) para utilização da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), visando à eficiência energética.

Novas perspectivas - Com o prazo para finalização das discussões e implantação no mercado nacional até o fim de 2012, as empresas deverão se adaptar às normas em curto e médio prazo. 

Isso porque, as novas lâmpadas de vapor de sódio de alta pressão deverão ser fabricadas e importadas somente em conformidade com os requisitos aprovados, que competem informar ao consumidor, por meio da etiquetagem, dados importantes relacionados às características do material, juntamente com suas variáveis como: aspectos ambientais e preço. 

Além disso, o selo exige uma garantia de 24 meses para o produto, informações de potência, fluxo luminoso e vida útil, pontos que influenciam o consumidor na decisão de compra.

Por: Ronald Leptich,gerente de Produto da OSRAM, empresa que atua há 17 anos. É formado em Engenharia Elétrica e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Hoje, atua no segmento de Iluminação Profissional.

A OSRAM S.A. (Munique, Alemanha) é uma das duas líderes em produtos para iluminação no mundo. No ano fiscal de 2011 (encerrado em 30 de setembro de 2011) a companhia obteve uma receita de aproximadamente 5 bilhões de Euros. 

A OSRAM é uma empresa de alta tecnologia no setor de iluminação e mais de 70% de seu faturamento é proveniente de produtos energeticamente eficientes. 

A companhia, que tem uma forte atuação no cenário internacional, possui cerca de 41.000 colaboradores ao redor do mundo, atendendo a clientes em 150 países por meio de suas 44 unidades de produção localizadas em 16 países (até a data mencionada anteriormente). 
[ www.osram.com.br].

Eficiência Energética revisa manual
















Começou no dia 20 de setembro o prazo para envio de contribuições à Audiência Pública Nº 073/2012, cujo objetivo é revisar a Resolução Normativa nº 300/2008, que trata do manual para Elaboração do Programa de Eficiência Energética (PEE). 
A proposta é aprimorar a norma, que atualmente conta com pontos de discussões, tais como forte concentração dos recursos em unidades consumidoras de baixo consumo e pequena eficácia das ações em termos de mudança de hábitos e de transformação do mercado; 
reduzido número de projetos com contratos de desempenho, o que é obrigatório para unidades consumidoras com fins lucrativos, e possibilidade de inclusão de projetos de geração de energia elétrica a partir de fontes incentivadas no PEE.
De acordo com a Lei no9.991, de 24 de julho de 2000, as concessionárias e permissionárias de serviços públicos de distribuição de energia elétrica são obrigadas a aplicar, anualmente, percentual mínimo da receita operacional líquida – ROL em programas de eficiência energética.

As contribuições podem ser enviadas até o dia 1º de novembro para o e-mail: ap073_2012@aneel.gov.br, pelo fax (61) 2192-8839 ou para o endereço da Agência (SGAN, Quadra 603, Módulo I, Térreo, Protocolo Geral, CEP: 70.830-030), em Brasília (DF). 

Também será realizada uma sessão presencial em Brasília em 26/10 para discutir o assunto. 
Confira aqui os documentos da audiência.

Projeto chinês quer instalar iluminação pública sustentável em Minas Gerais



Os executivos chineses querem tornar Uberaba uma cidade sustentável 
em iluminação pública. | Foto: Claudio Salvalaio/SXC

A proposta é desenvolver o novo sistema em parceria com a cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Os executivos chineses querem tornar a cidade sustentável em iluminação pública.

Os chineses visitaram o município na última quarta-feira (19) para apresentar o projeto. Na ocasião, os membros do governo municipal falaram de todo o potencial logístico da região.

A ideia é atrair para a cidade mineira uma segunda planta industrial da empresa. 

De acordo com o diretor comercial do grupo chinês, Cristiano Rodrigues, a China investirá US$ 3 trilhões em projetos no Brasil em 2013.

Os empresários afirma que o projeto de iluminação sugerido é similar ao que está em desenvolvimento em Brasília, no Eixo Monumental. 

Segundo Rodrigues, ele conta com a instalação de lâmpadas de LED, mais econômicas e sustentáveis, sendo que cada uma ilumina sem ponto escuro um raio de 40 metros quadrados.

O prefeito de Uberaba, Anderson Adauto, animou-se com os projetos em discussão. 

Ele afirmou que o governo tem interesse na parceria e na instalação da segunda planta industrial da empresa. Com informações do G1.

Redação CicloVivo